EXCLUSIVO – O avanço do seguro de vida no Brasil acompanha uma mudança gradual na forma como empresas e colaboradores enxergam proteção financeira dentro do ambiente corporativo. Em 2025, o setor supervisionado pela Susep arrecadou R$ 415,09 bilhões, enquanto as receitas dos seguros de danos e pessoas, excluindo VGBL, chegaram a R$ 223,30 bilhões, com crescimento nominal de 7,82% em relação a 2024. No mesmo período, o seguro de vida registrou expansão nominal de 12,70%.
Os seguros de pessoas também mantiveram trajetória de crescimento. Segundo a CNseg, o segmento somou R$ 78,8 bilhões em prêmios em 2025, alta de 8,3% em relação ao ano anterior. Já no primeiro bimestre de 2026, a Susep apontou crescimento nominal de 6,78% no seguro de vida na comparação com o mesmo período de 2025.
Dentro desse cenário, o Seguro de Vida em Grupo segue como uma das principais soluções de proteção utilizadas pelas empresas. Além da proteção financeira para colaboradores e familiares em situações de maior impacto, o produto também passou a integrar estratégias corporativas voltadas à retenção de talentos, composição de benefícios e fortalecimento da relação com os funcionários.
Ao mesmo tempo, cresce o espaço para uma atuação mais consultiva do corretor de seguros. Mais do que apresentar um produto, o profissional passa a atuar na leitura das necessidades da empresa, na avaliação do perfil do grupo segurado e na construção de propostas alinhadas à realidade operacional e financeira do cliente.
Para Renata Oliveira Silva, superintendente Comercial Canal Broker da CNP Seguradora, o diferencial está justamente na forma como a solução é estruturada. “O Seguro de Vida em Grupo continua sendo uma solução muito relevante para empresas, mas o diferencial está na forma como o corretor estrutura essa proposta. Quando ele entende a realidade do cliente e constrói uma solução aderente, deixa de atuar apenas como vendedor e passa a ser um parceiro estratégico da empresa”, afirma.
Segundo ela, o produto também pode abrir espaço para o fortalecimento do relacionamento comercial dentro do segmento empresarial. “Para o corretor, o Vida em Grupo pode ser uma porta de entrada importante no segmento empresarial. A partir dele, é possível iniciar uma relação consultiva, acompanhar a evolução das necessidades do cliente e ampliar a atuação dentro da conta ao longo do tempo”, diz.
A estruturação da proposta envolve uma análise que considera o porte da empresa, segmento de atuação, perfil dos colaboradores, benefícios já existentes e objetivos da contratação. Dependendo da necessidade do cliente, o seguro pode ser utilizado como mecanismo de proteção financeira, valorização dos funcionários ou complemento da política de benefícios corporativos.

No aspecto técnico, a construção da solução exige equilíbrio entre proteção oferecida, viabilidade da operação e sustentabilidade da carteira. Para Guilherme Menezes Coelho, head de Produtos e Atuarial da CNP Seguradora, o corretor desempenha papel relevante nesse processo justamente pela proximidade com o cliente.
“A estruturação de um Seguro de Vida em Grupo exige uma leitura cuidadosa do perfil da empresa e do grupo segurado. Aspectos como porte, composição do grupo, capitais contratados e coberturas escolhidas são fundamentais para que a solução seja aderente e tecnicamente equilibrada”, afirma.
Ele destaca que a troca de informações entre corretor, empresa e seguradora influencia diretamente na qualidade da proposta. “O corretor tem um papel importante nesse processo, porque está próximo do cliente e consegue captar informações essenciais para uma boa estruturação da proposta. Essa proximidade contribui para soluções mais adequadas e para uma melhor experiência da empresa”, explica.
O segmento de pequenas e médias empresas aparece como um dos principais espaços de crescimento para o Vida em Grupo. Muitas PME’s ainda estão em processo de estruturação dos seus pacotes de benefícios e buscam soluções compatíveis com sua capacidade financeira.
Nesse contexto, a atuação consultiva ganha relevância. “No segmento PME, esse tipo de assessoria é ainda mais importante. Muitas empresas querem oferecer benefícios aos colaboradores, mas precisam de orientação para encontrar soluções viáveis, acessíveis e adequadas à sua realidade”, afirma Renata.
Além da contratação inicial, o acompanhamento contínuo da carteira também se tornou parte importante da estratégia dos corretores que atuam no segmento empresarial. Revisões de cobertura, atualização de capitais segurados e adequação das soluções ao crescimento das empresas ampliam as oportunidades de relacionamento de longo prazo.
Para Guilherme, uma proposta bem estruturada tende a gerar resultados mais consistentes para todos os envolvidos. “Quando o Vida em Grupo é bem estruturado, ele deixa de ser uma solução padronizada e passa a refletir as necessidades específicas daquele grupo. Isso aumenta a qualidade da proposta e fortalece a relação entre corretor, empresa e seguradora”, conclui.
Corretores interessados em conhecer melhor as soluções de Seguro de Vida em Grupo da CNP Seguradora e as oportunidades de atuação no segmento empresarial podem acessar a página dedicada ao canal corretor: Canal Corretoras CNP Seguradora.
Kelly Lubiato
The post CNP Seguradora destaca papel do corretor na estruturação do Seguro de Vida em Grupo appeared first on Revista Apólice.